quarta-feira, janeiro 03, 2007

5 comentários:

Serralves disse...

Congratulo os autores desta iniciativa! Coimbra pode e deve afirmar-se como uma cidade de ARTE e CULTURA, nas suas diferentes vertentes. Seria um modo de se diferenciar e valorizar no contexto nacional (pobre). Seria um modo de se afirmar a nível internacional. Isso depende de nós, tão somento de nós, cidadãos de Coimbra, que sentem Coimbra, e que gostariam de ver Coimbra projectada no horizonte do tempo passado e futuro.

Toalha lavada disse...

saudação inaugural a uma cidade exasperantemente ponderada:

Se ninguém entornar o copo, há-de ser noite e não haverá quem dance em cima das mesas.

Anónimo disse...

isto está assim porque, de uma forma ou de outra, os decisores não são daqui.

Centro de Arte Moderna do Mondego disse...

Gosto especialmente do comentário do comentarista "serralves". A profundidade com que apresenta as suas convicções faz-me pensar que de facto só lhe ficaria bem uma cidade como o Porto. As conclusões e reforço de posição demonstradas denotam a maior perspicácia duma realidade que só não vê quem não quer. Mas a minha preocupação não é com quem não vê, mas com quem as vê (as dificuldades de implantação) e continua participadamente no joguinho da capela. Gente para capelas já bastam os mongues quanto mais agora cidadãos de Coimbra. Mas o que é isso? Onde é que eles estão? E, se estão, o que estão a fazer? Sub-Capelinhas? Tá bem, então não digam mal do capelão-Mor na Pedro Monteiro, pau mandado do Mor-dos-Mores da 8 de Maio. Toca lá a mexer que se faz tarde.

Manuel do Piolho disse...

Humm, os decisores não são daqui?

Na verdade era melhor aturar "decisores" ou feitores de fora. Era capaz de ser mais neutro. Mas não é isso que se passa. Uns e outros, não atam nem desatam.