segunda-feira, abril 30, 2007

Quem disse que a cultura não enche barriga?

Os Caminhos do Cinema Português, que terminaram no passado dia 28, receberam mais de três mil crianças e, além do respectivo cinema, deram o pequeno almoço aos visitantes juniores.

Um saquinho contendo bolos, sumos e chocolates foram entregues a estes jovens cinéfilos.

sexta-feira, abril 27, 2007

CMC: politica anticultural e provinciana


















Homem do teatro e conhecedor da cultura em Coimbra, Fernando Mora Ramos foi um dos programadores da Coimbra, Capital Nacional da Cultura 2003.

Em entrevista ao jornal o Campeão da Províncias refere que a “CMC tem uma politica anticultural e provinciana".

A não perder

Queima mente



















A blogosfera na contenda da verdade. O Jornal de Noticias de hoje fazia referencia à nossa postagem, sobre o Peddy Tascas. Na boa forma de fazer jornalismo, o JN questionou a Comissão Organizadora da Queima das Fitas que negou que tenham entrado membros das equipas perdedoras na sala da Queima. Dezenas de pessoas assistiram, no corredor da AAC, aos insultos à organização. Nós vimos um concorrente bêbado a agredir, verbal e fisicamente, um elemento da organização.

A equipa perdedora reclamava que não tinha terminado a sua ultima etapa (tasca) visto esta ter sido encerrada, por distúrbios e desacatos provocados pela equipa anterior.

quinta-feira, abril 26, 2007

Peddy Tascas acaba ao murro














Quem ler esta noticia fica com a sensação que no Peddy Tascas “não houve incidentes a registar”, mas não é bem assim.

Logo após os resultados houve agressões entre (algumas) equipas. O resultado foi uma estudante, elemento de uma das equipas, ir para o hospital com o joelho fracturado.

A violência não ficou por aqui. Os perdedores dirigiram-se à sala da Queima das Fitas e agrediram, verbal e fisicamente, os elementos da Queima que estavam a trabalhar. (ver foto)

Afinal, um evento que deveria ter como mote a diversão tornou-se num foco de desagrado e violência gratuita. Estes futuros doutores andam a beber alcoóis potentes.


quarta-feira, abril 25, 2007

25 Abril

Coimbra em dificuldades


















Paulo Valério, membro do Secretariado PS-Coimbra, escreveu um artigo de opinião no Jornal de Noticias sobre as as dificuldades existentes em Coimbra. Aconselhamos uma leitura atenta, retiramos este trecho.

Isto numa cidade que vibra com honrarias de polichinelo, mas que esquece, os melhores de entre os seus. Santos da casa...

A este respeito, digo que, a incapacidade de valorizar os próprios trunfos e a fixação no jogo do vizinho são, para além de uma perda de tempo, um sinal da mais sã mesquinhez. E, confesso, o tipo de causa que me causa urticária.

Não obstante e apesar dos pesares, estes e outros caminheiros prosseguem sem tibieza. Como que a dizer que, um dia, o futuro lhes dará razão. E, que no fim, lhes caberá - a eles que são cidadãos – a ultima palavra.

Digo-lhes que já não falta muito”.

Caminhos da verdade





























































O vereador da Cultura da CMC assinou um “direito de resposta” no Jornal As Beiras. Em causa está a, alegada, má interpretação dos oficios enviados pela CMC à organização dos Caminhos do Cinema Português. O Denúncia Coimbrã teve acesso aos ditos oficios, em abono da verdade. Publicamos também, em primeira mão, a resposta do director do festival, Victor Ferreira, ao vereador da cultura que será publicada n´As Beiras.

terça-feira, abril 24, 2007

Nobilístico-Dom


















Confesso que o assunto Sócrates já me está a fartar. Multiplicam-se os protestos, petições, etc., etc.

É lamentável, de facto, mas preocupa-me mais o que ele faz do que ele é, ou não. Qual é o espanto colectivo? É mais que sabido que só chega ao poder quem tiver estatuto. E o poder pode ser vasto. No politico, interessa o mais brilhante curriculum - custe o que custar. Mas, é novidade colectiva a existência de currículos de plástico que enfeita a nossa sociedade?

O Sr. Dr está sempre primeiro. O “sôtôr” .... O “sôtôr” tem sempre razão. O “sôtôr” tem lugar cativo em qualquer parque de estacionamento. É melhor servido nos restaurantes e no talho. O cheque do “sôtôr”, mesmo que não tenha cobertura, paga-se. Em França, como qualquer pais civilizado, o doutor é o médico de bata branca.

Julgo que as energias criticas deveriam ser concentradas noutras frentes, não no enxovalho público. As preocupações são outras, parece tudo uma vingança desmedida. O exemplo do primeiro-ministro é a “pele” de muitos e a geração ENG´s. A febre pelo titulo é secular.

Um jovem cineasta amigo divertia-me imenso à dias com o status / titulo que pretendia ser: Nobilístico Sir. Disse também que existia o Nobilístico Dom. Confesso que gostei mais, ainda bem para os dois.

Você também pode escolher o seu. Basta abrir conta best (uma parceria entre o banco BES e a PT) e no preenchimento on-line, escolhe o seu titulo. É na boa. Já viu o seu livro de cheques, e outros documentos, virem com o seu status antes do nome? Catita, não?

Eu quero ser Nobilístico Dom. Por favor, ajudem-me.

Paulo Abrantes

segunda-feira, abril 23, 2007

Hércules passou aqui













Já se multiplicam os convívios e festas académicas. “Manda a tradição” estagiar os figados antes da grande Queima, que se avizinha.

A par da gigantesca “loucura” colectiva a cidade começa a viver alguns focus de destruição e vandalismo. Os alcoóis andam poderosos. Na avenida Sá da Bandeira, depois dos patos que já não existem, as bebedeiras destroem tudo quanto aparece à frente. Vejam a pedra(da) demolidora.

domingo, abril 22, 2007

Portugês?














Começou a XIV edição dos Caminhos do Cinema Português.

Este evento, realizado em Coimbra, não foi contemplado este ano com o apoio da autarquia. Do passado, a organização ainda não viu a CMC honrar os seus compromissos. Estão por receber 4 500 € do ano de 2005 e 5 000 € relativos ao ano transacto.

Mas, o desrespeito da CMC vai mais além. No placard da informação municipal, situado na Praça da Republica, lê-se PORTUGÊS...


sábado, abril 21, 2007

As primeiras Fitas da Queima 2007














Apresentada como cabeça de cartaz, a banda Bloodhound Gang não vem a Coimbra. A Comissão Central da Queima das Fitas 2007 reenvia as culpas para a Socialputter, empresa vencedora, pelo segundo ano consecutivo, do concurso de produção de espectáculos no palco principal da Queima. O concurso do presente ano foi envolto de polémica entre as empresas Globalidades e a Socialputter. Ou melhor, entre o PSD e a JSD de Coimbra. Trocam acusações entre ambas. Em causa poderá estar um alegado apoio do PSD à candidatura de Paulo Fernandes, actual presidente da AAC. Especulação? O certo é que a lista apoiada pela JSD, lista V -“Viva a Academia”, perdeu para Paulo Fernandes (“suposto independente”).

Cor laranja, a cor oficial da Queima 2007?

sexta-feira, abril 20, 2007

Manifes? Não, obrigado.










Logo após as acções comemorativas das lutas académica um estudo recente, elaborado pelo sociólogo Elísio Estanque e pelo historiador Rui Bebiano, revela que 70% dos estudantes da UC nunca participou numa manifestação estudantil. (Estará a UC a formar “sujeitos passivos”? Ou está tudo bem no ensino superior?)
Mais, 66,5 % dos estudantes nunca foi a uma Assembleia Magna e 49% considera a AAC “um organismo elitista que promove o acesso à politica”.
Para além destas, e outras, curiosidades que se revelam - será certamente outra a identidade estudantil de hoje.
Para Paulo Fernandes, presidente da AAC, “não será tanto um problema da AAC, mas da sociedade que, ao pautar-se pelo individualismo e pela competitividade, afasta os estudantes do que deveria ser um trabalho colectivo e solidário”.

quarta-feira, abril 18, 2007

Em Coimbra, Rasganço!


Debates, como promoveu o Grupo da Cultura do Conselho da Cidade, só servem para tirar uma conclusão: este formato de “dialogo” está esgotado. Problemas complexos, como o da cultura em Coimbra, não podem ser resolvidos com tempo contado. Ou se forem, pelo menos, que seja igual para todos. Sugiro umas jornadas sérias. Com tempo. Onde todos possam expôr as suas dificuldades e, ENTRE TODOS, procurar resolver os problemas uns dos outros. Pode parecer utópico. Exemplos de países vizinhos demonstram, e provam, que essa utopia é real.

Coimbra, culturalmente, parece um enorme e alienado Rasganço. Toda a gente rasga a capa (cultural e negra, entenda-se) para ficar com o seu bocadindo. No contexto estudantil, entendo. Culturalmente, não aceito. O ritual é violento, desorganizado, cada um pensa no seu bocado e o outro...que pense da mesma forma.

Em Coimbra, os artistas estão desunidos. Em Coimbra, há “artistas” que se julgam mais artistas que os outros. Em Coimbra, salvo raros casos, os agentes artísticos não respeitam os outros. Quase todos defendem que a sua “arte” é melhor que as dos restantes. Por isso, merecem mais.

Em Coimbra, a distancia entre as palmadinhas e as facadas pelas costas - é nula. Há pouca autenticidade e alguma desonestidade intelectual.

Em Coimbra, os “artistas” silenciam as suas “eurekas artísticas”. Não falam, não comunicam e quando vão a ver, vão faze-las ao mesmo tempo. Em Coimbra, ou tudo ou nada. Não existe um planeamento que possa, pelo menos, criar rotina nos tais “novos públicos” - que tanto ambicionam.

Falar em públicos, não vejo muitos agentes artísticos a trabalharem com, ou para, grupos mais “desfavorecidos culturalmente”. Não vejo (muitos) artistas a trabalharem com pessoas com necessidades especiais (ditos deficientes) e idosos. Além dos outros, julgo que “esses” são muito bem vindos. Mas, são sempre esquecidos. Porquê? É menos arte faze-la para estes públicos? È menos arte lembrarmo-nos daqueles que também têm direito? É desprestigiante trabalhar com “deficientes”? Com "velhos"?

Em Coimbra, na cidade do Conhecimento, há muitos significados para os conceitos - de arte. Pior, uma grande falta de respeito com as diferenças.

Em Coimbra, as instituições culturais, muitas vezes, não se coordenam. Não comunicam, não procuram fundos em conjunto, não concentram energias colectivas.

Ao mesmo tempo, em Coimbra, exitem excelentes propostas artísticas. Há agentes culturais que elevam o bom nome da cidade. Há coisas que só se organizam aqui, de elevada qualidade.

Por isso, urge enterrar “machados de guerra”. Entre todos. Só com união conseguem debater com Carlos Encarnação.

Ficou claro, neste “debate”, que a cultura está entregue ao presidente da CMC. Mário Nunes não “pesca nada”, faz o que o presidente diz, nem foi lembrado neste encontro. E, estava lá!

Carlos Encarnação é um dos melhores políticos portugueses. No verdadeiro sentido da palavra. Para o bem e para o mal. É hirto. Frio QB. Decisivo. Tipo fuga para a frente e com um humor que desconcerta qualquer inimigo. Carlos Encarnação sabe onde pisa e conhece algumas "ostentações culturais". Sente a “grande desunião” e sabe que o inimigo está frágil, fragmentado. Sabe e acredita que vence, a prova é visivel e não há criatividade que o derrube.

É culpado pela situação, mas não o único. A reflexão e a acção tem de ser geral. No fundo, o problema de todos é o mesmo: não terem condições para criar.

Paulo Abrantes

terça-feira, abril 17, 2007

Que politica cultural? Comentários...

A ressaca do debate (?) sobre a Politica Cultural, organizado pelo Grupo da Cultura do Conselho da Cidade de Coimbra, originou comentários dignos de ler.
É só clickar:
Denúncia Coimbrã: Que politica cultural?

O pico da noite

Que politica cultural?















Estávamos expectantes quanto ao debate “Coimbra 2007 - que politica cultural?”, organizado pelo Grupo de Cultura do Conselho da Cidade.

Mais uma vez, muita parra pouca uva. A sala da Casa da Cultura estava cheia e os calores subiam à medida que a palavra ia sendo dada á numerosa plateia. Uns expuseram demasiado as suas perguntas, outros era-lhes cortado o tempo. Ah, o tempo – esse grande inimigo da verdade. Sejam rápidos por favor, era a voz de ordem do moderador. Muita queixa, muita pergunta e quase nenhuma resposta. Carlos Encarnação é convicto, mesmo a assumir erros e responsabilidades. A teimosia, o Eu quero, Eu pensei, Eu disse, Eu fiz, vai de certeza custar caro a alguns.

A intervenção mais criativa veio do JAZZ ao CENTRO. Não denunciou, não fez perguntas, apresentou o próximo evento e convidou todos a irem ver. O momento alto do debate, foi o final. O pico da noite foi o confronto entre Carlos Encarnação e António Barros. Em causa estava o argumento, dado pelo presidente da CMC, que justificava o não apoio ao projecto Tchékhov em um acto.

Curiosas ausências neste debate. Uma delas referenciada pelo presidente da CMC, “Onde está o Delegado da Direcção Regional da Cultura do Centro? Ele devia estar aqui!”

Mas, houve outras ausências. Curiosas ausências.

Não há oposição que aguente: cada vez mais oposição (sem partido, inteira!)















Depois de um promissor acto de cidadania, ao aceitar o convite do conselho da cidade, a expectativa dos agentes culturais deve ter saído realmente convencida que tudo está pior do que se pensava. O senhor presidente da Câmara Municipal de Coimbra deve andar a aprender ginástica acrobática para poder contornar o incontornável, a ter cursos de baralho de cartas e a tirar apenas o trunfo, e beber bebidas de lata, porque lata ele tem.

Senão vejamos:

O Sr. Presidente diz que se privilegia a concertação entre várias instituições para um esforço comum (financiamento e co-produções, depreende-se) e depois diz que se uma companhia profissional recebe dinheiro para formar teatro amador de várias instituições é estar a tutelar os amadores e exaurir dinheiro público. Quem é que o Sr. Presidente pensa ser indicado dar formação ao teatro amador, talvez alguma empresa de animação de espaços…

Diz que se privilegia quem sabe gerir com inovação o dinheiro público mas não reconhece a mafia – Federação Cultural de Coimbra como uma gestão inovadora do dinheiro público (federação que gere equipamento técnico e espaço comum). E muitos se esquecem que esta federação (a avaliar por um dossier que tornou público recentemente), recebeu o equipamento técnico com 25% de verbas nacionais e 75% de dinheiro europeu. E que, com isso, apoiou uma série de iniciativas, de Coimbra 2003 – Capital Nacional de Cultura a outras entidades que não têm acesso a equipamento por via nenhuma, instituições privadas e públicas.

O Sr. Presidente diz que quando veio para a Câmara Municipal de Coimbra não conhecia nenhuma companhia a precisar de espaço senão o Teatrão e a Escola da Noite (e que, por isso, providenciou dois nobres espaços a essas companhias, esperamos ainda) mas, mal entrou na Câmara, fechou à mafia um espaço protocolado pelo executivo anterior, parte dos Bombeiros da Avenida Sá da Bandeira que ainda hoje está desactivado), sem sequer os avisar, levando-os para tribunais que, até hoje, não julgaram o caso por estar fora do seu âmbito. E, segundo consta, a mafia é um conjunto de companhias que se uniram porque não tinham espaço e estavam dispostas a partilhar.

O Sr. Presidente diz que privilegia espaços e entidades que saibam gerir dinheiros com captura de outras fontes de financiamento mas para tal esquiva-se de financiar. Que raio! É sabido que demora tempo a consolidar uma associação. Agora quando não há da Câmara nem espaço, nem subsídio, nem compra de espectáculos, o que é que o Sr. Presidente quer que essas associações digam ao Ministério da Cultura, ao Ministério da Educação, ao Ministério da Ciência, à Fundação Gulbenkian, etc., que têm um projecto sem espaço para o tornar possível, um projecto sem dinheiro local? O Sr. Presidente não sabe como funciona a aquisição de outras fontes de financiamento.

O Sr. Presidente diz que o cinema independente e histórico, a ser apresentado numa nova sala faz concorrência às salas comerciais existentes na cidade e que, por isso, não merece atenção um projecto com este âmbito. O Sr. Presidente diz privilegiar a música e a dança. Mas a única companhia de dança que existia na cidade, a Trampolim, teve de se ir embora por falta total de apoios, de formação e de produção. A música, para ele, é a clássica. Vá lá! Pensava que era apenas a filarmónica! Mas onde fica o jazz, o rock, o blues, o hip-hop, que tanto parecem estar a querer dar à cidade?

O Sr. Presidente anda a vender a cidade e o património para fins que só ele (gostava de saber quem mais) sabe. Por isso se esquiva de explicar a destruição mais que necessária do pressuposto Metro Mondego, da proposta de fazer do Sousa Bastos um centro de fruição cultural na parte velha. E pavoneia-se com três equipamentos culturais de grande envergadura que (parece-me) herdou todos de anteriores executivos. Será que conhece o que Paulo Ribeiro fez em Viseu? Programação num Teatro Municipal e transformação de um andar em salas de ensaio.

E depois, ao lado, Barbosa de Melo, diz que Coimbra pode entrar no primeiro campeonato das cidades culturais. Ele que vá a Almada ver o que andam por lá a fazer. Acho que começamos a compreender o que se pretende fazer da cultura da cidade. É um poço de contradições. Não há oposição que aguente. Mas, parece-me, haverá cada vez mais oposição. E este é o meu paradoxo.

ricardo pankas

segunda-feira, abril 16, 2007

“Flowfest”: A geração denúncia


























Coimbra assistiu, no Convento de S. Francisco, a um espectacular festival de HIP-HOP. Na sua terceira edição, o “Flowfest 2007”, trouxe o melhor HIP-HOP portuga feito no ultimo ano. “Putos” de todo lado do pais vieram a Coimbra curtir a voz da denúncia. O HIP-HOP é um género musical que, além da batida dançável, é caracterizado pela mensagem de denúncia. O HIP-HOP português está cada vez mais autentico. Os problemas económicos e sociais que se vivem geram uma linguagem politicamente incorrecta, oriunda de uma nova cultura urbana, muito directa, verdadeira e actual. YôôôôôôÔ...

domingo, abril 15, 2007

Estratégia e sabedoria?














A divulgação é um mecanismo fundamental, disso não temos duvidas. Agora, um marco do correio não servirá para a correspondência?
A Nova-Acropole (quem organiza “Estratégia e poder do pensamento” e “A sabedoria viva das Antigas Civilizações”) não quer ir colar cartazes para outro lado?
Rua Ferreira Borges, marco dos CTT perto do Arco de Almedina.

quinta-feira, abril 12, 2007

Coimbra 2007: que politica cultural?













O Grupo da Cultura do Conselho da Cidade organiza na próxima segunda-feira, dia 16 de Abril, o debate “Coimbra 2007: que politica cultural?”, com a presença do presidente da CMC e dos partidos com assento na Assembleia Municipal de Coimbra.

Muito boa iniciativa, será uma oportunidade para os agentes culturais denunciarem o que não está bem, para ajudar a melhorar. Esperemos é que não não fique só por 2007. Não tarda estamos a meio do ano. O ideal, além do presente, será o futuro.