domingo, abril 22, 2007

Portugês?














Começou a XIV edição dos Caminhos do Cinema Português.

Este evento, realizado em Coimbra, não foi contemplado este ano com o apoio da autarquia. Do passado, a organização ainda não viu a CMC honrar os seus compromissos. Estão por receber 4 500 € do ano de 2005 e 5 000 € relativos ao ano transacto.

Mas, o desrespeito da CMC vai mais além. No placard da informação municipal, situado na Praça da Republica, lê-se PORTUGÊS...


sábado, abril 21, 2007

As primeiras Fitas da Queima 2007














Apresentada como cabeça de cartaz, a banda Bloodhound Gang não vem a Coimbra. A Comissão Central da Queima das Fitas 2007 reenvia as culpas para a Socialputter, empresa vencedora, pelo segundo ano consecutivo, do concurso de produção de espectáculos no palco principal da Queima. O concurso do presente ano foi envolto de polémica entre as empresas Globalidades e a Socialputter. Ou melhor, entre o PSD e a JSD de Coimbra. Trocam acusações entre ambas. Em causa poderá estar um alegado apoio do PSD à candidatura de Paulo Fernandes, actual presidente da AAC. Especulação? O certo é que a lista apoiada pela JSD, lista V -“Viva a Academia”, perdeu para Paulo Fernandes (“suposto independente”).

Cor laranja, a cor oficial da Queima 2007?

sexta-feira, abril 20, 2007

Manifes? Não, obrigado.










Logo após as acções comemorativas das lutas académica um estudo recente, elaborado pelo sociólogo Elísio Estanque e pelo historiador Rui Bebiano, revela que 70% dos estudantes da UC nunca participou numa manifestação estudantil. (Estará a UC a formar “sujeitos passivos”? Ou está tudo bem no ensino superior?)
Mais, 66,5 % dos estudantes nunca foi a uma Assembleia Magna e 49% considera a AAC “um organismo elitista que promove o acesso à politica”.
Para além destas, e outras, curiosidades que se revelam - será certamente outra a identidade estudantil de hoje.
Para Paulo Fernandes, presidente da AAC, “não será tanto um problema da AAC, mas da sociedade que, ao pautar-se pelo individualismo e pela competitividade, afasta os estudantes do que deveria ser um trabalho colectivo e solidário”.

quarta-feira, abril 18, 2007

Em Coimbra, Rasganço!


Debates, como promoveu o Grupo da Cultura do Conselho da Cidade, só servem para tirar uma conclusão: este formato de “dialogo” está esgotado. Problemas complexos, como o da cultura em Coimbra, não podem ser resolvidos com tempo contado. Ou se forem, pelo menos, que seja igual para todos. Sugiro umas jornadas sérias. Com tempo. Onde todos possam expôr as suas dificuldades e, ENTRE TODOS, procurar resolver os problemas uns dos outros. Pode parecer utópico. Exemplos de países vizinhos demonstram, e provam, que essa utopia é real.

Coimbra, culturalmente, parece um enorme e alienado Rasganço. Toda a gente rasga a capa (cultural e negra, entenda-se) para ficar com o seu bocadindo. No contexto estudantil, entendo. Culturalmente, não aceito. O ritual é violento, desorganizado, cada um pensa no seu bocado e o outro...que pense da mesma forma.

Em Coimbra, os artistas estão desunidos. Em Coimbra, há “artistas” que se julgam mais artistas que os outros. Em Coimbra, salvo raros casos, os agentes artísticos não respeitam os outros. Quase todos defendem que a sua “arte” é melhor que as dos restantes. Por isso, merecem mais.

Em Coimbra, a distancia entre as palmadinhas e as facadas pelas costas - é nula. Há pouca autenticidade e alguma desonestidade intelectual.

Em Coimbra, os “artistas” silenciam as suas “eurekas artísticas”. Não falam, não comunicam e quando vão a ver, vão faze-las ao mesmo tempo. Em Coimbra, ou tudo ou nada. Não existe um planeamento que possa, pelo menos, criar rotina nos tais “novos públicos” - que tanto ambicionam.

Falar em públicos, não vejo muitos agentes artísticos a trabalharem com, ou para, grupos mais “desfavorecidos culturalmente”. Não vejo (muitos) artistas a trabalharem com pessoas com necessidades especiais (ditos deficientes) e idosos. Além dos outros, julgo que “esses” são muito bem vindos. Mas, são sempre esquecidos. Porquê? É menos arte faze-la para estes públicos? È menos arte lembrarmo-nos daqueles que também têm direito? É desprestigiante trabalhar com “deficientes”? Com "velhos"?

Em Coimbra, na cidade do Conhecimento, há muitos significados para os conceitos - de arte. Pior, uma grande falta de respeito com as diferenças.

Em Coimbra, as instituições culturais, muitas vezes, não se coordenam. Não comunicam, não procuram fundos em conjunto, não concentram energias colectivas.

Ao mesmo tempo, em Coimbra, exitem excelentes propostas artísticas. Há agentes culturais que elevam o bom nome da cidade. Há coisas que só se organizam aqui, de elevada qualidade.

Por isso, urge enterrar “machados de guerra”. Entre todos. Só com união conseguem debater com Carlos Encarnação.

Ficou claro, neste “debate”, que a cultura está entregue ao presidente da CMC. Mário Nunes não “pesca nada”, faz o que o presidente diz, nem foi lembrado neste encontro. E, estava lá!

Carlos Encarnação é um dos melhores políticos portugueses. No verdadeiro sentido da palavra. Para o bem e para o mal. É hirto. Frio QB. Decisivo. Tipo fuga para a frente e com um humor que desconcerta qualquer inimigo. Carlos Encarnação sabe onde pisa e conhece algumas "ostentações culturais". Sente a “grande desunião” e sabe que o inimigo está frágil, fragmentado. Sabe e acredita que vence, a prova é visivel e não há criatividade que o derrube.

É culpado pela situação, mas não o único. A reflexão e a acção tem de ser geral. No fundo, o problema de todos é o mesmo: não terem condições para criar.

Paulo Abrantes

terça-feira, abril 17, 2007

Que politica cultural? Comentários...

A ressaca do debate (?) sobre a Politica Cultural, organizado pelo Grupo da Cultura do Conselho da Cidade de Coimbra, originou comentários dignos de ler.
É só clickar:
Denúncia Coimbrã: Que politica cultural?

O pico da noite

Que politica cultural?















Estávamos expectantes quanto ao debate “Coimbra 2007 - que politica cultural?”, organizado pelo Grupo de Cultura do Conselho da Cidade.

Mais uma vez, muita parra pouca uva. A sala da Casa da Cultura estava cheia e os calores subiam à medida que a palavra ia sendo dada á numerosa plateia. Uns expuseram demasiado as suas perguntas, outros era-lhes cortado o tempo. Ah, o tempo – esse grande inimigo da verdade. Sejam rápidos por favor, era a voz de ordem do moderador. Muita queixa, muita pergunta e quase nenhuma resposta. Carlos Encarnação é convicto, mesmo a assumir erros e responsabilidades. A teimosia, o Eu quero, Eu pensei, Eu disse, Eu fiz, vai de certeza custar caro a alguns.

A intervenção mais criativa veio do JAZZ ao CENTRO. Não denunciou, não fez perguntas, apresentou o próximo evento e convidou todos a irem ver. O momento alto do debate, foi o final. O pico da noite foi o confronto entre Carlos Encarnação e António Barros. Em causa estava o argumento, dado pelo presidente da CMC, que justificava o não apoio ao projecto Tchékhov em um acto.

Curiosas ausências neste debate. Uma delas referenciada pelo presidente da CMC, “Onde está o Delegado da Direcção Regional da Cultura do Centro? Ele devia estar aqui!”

Mas, houve outras ausências. Curiosas ausências.

Não há oposição que aguente: cada vez mais oposição (sem partido, inteira!)















Depois de um promissor acto de cidadania, ao aceitar o convite do conselho da cidade, a expectativa dos agentes culturais deve ter saído realmente convencida que tudo está pior do que se pensava. O senhor presidente da Câmara Municipal de Coimbra deve andar a aprender ginástica acrobática para poder contornar o incontornável, a ter cursos de baralho de cartas e a tirar apenas o trunfo, e beber bebidas de lata, porque lata ele tem.

Senão vejamos:

O Sr. Presidente diz que se privilegia a concertação entre várias instituições para um esforço comum (financiamento e co-produções, depreende-se) e depois diz que se uma companhia profissional recebe dinheiro para formar teatro amador de várias instituições é estar a tutelar os amadores e exaurir dinheiro público. Quem é que o Sr. Presidente pensa ser indicado dar formação ao teatro amador, talvez alguma empresa de animação de espaços…

Diz que se privilegia quem sabe gerir com inovação o dinheiro público mas não reconhece a mafia – Federação Cultural de Coimbra como uma gestão inovadora do dinheiro público (federação que gere equipamento técnico e espaço comum). E muitos se esquecem que esta federação (a avaliar por um dossier que tornou público recentemente), recebeu o equipamento técnico com 25% de verbas nacionais e 75% de dinheiro europeu. E que, com isso, apoiou uma série de iniciativas, de Coimbra 2003 – Capital Nacional de Cultura a outras entidades que não têm acesso a equipamento por via nenhuma, instituições privadas e públicas.

O Sr. Presidente diz que quando veio para a Câmara Municipal de Coimbra não conhecia nenhuma companhia a precisar de espaço senão o Teatrão e a Escola da Noite (e que, por isso, providenciou dois nobres espaços a essas companhias, esperamos ainda) mas, mal entrou na Câmara, fechou à mafia um espaço protocolado pelo executivo anterior, parte dos Bombeiros da Avenida Sá da Bandeira que ainda hoje está desactivado), sem sequer os avisar, levando-os para tribunais que, até hoje, não julgaram o caso por estar fora do seu âmbito. E, segundo consta, a mafia é um conjunto de companhias que se uniram porque não tinham espaço e estavam dispostas a partilhar.

O Sr. Presidente diz que privilegia espaços e entidades que saibam gerir dinheiros com captura de outras fontes de financiamento mas para tal esquiva-se de financiar. Que raio! É sabido que demora tempo a consolidar uma associação. Agora quando não há da Câmara nem espaço, nem subsídio, nem compra de espectáculos, o que é que o Sr. Presidente quer que essas associações digam ao Ministério da Cultura, ao Ministério da Educação, ao Ministério da Ciência, à Fundação Gulbenkian, etc., que têm um projecto sem espaço para o tornar possível, um projecto sem dinheiro local? O Sr. Presidente não sabe como funciona a aquisição de outras fontes de financiamento.

O Sr. Presidente diz que o cinema independente e histórico, a ser apresentado numa nova sala faz concorrência às salas comerciais existentes na cidade e que, por isso, não merece atenção um projecto com este âmbito. O Sr. Presidente diz privilegiar a música e a dança. Mas a única companhia de dança que existia na cidade, a Trampolim, teve de se ir embora por falta total de apoios, de formação e de produção. A música, para ele, é a clássica. Vá lá! Pensava que era apenas a filarmónica! Mas onde fica o jazz, o rock, o blues, o hip-hop, que tanto parecem estar a querer dar à cidade?

O Sr. Presidente anda a vender a cidade e o património para fins que só ele (gostava de saber quem mais) sabe. Por isso se esquiva de explicar a destruição mais que necessária do pressuposto Metro Mondego, da proposta de fazer do Sousa Bastos um centro de fruição cultural na parte velha. E pavoneia-se com três equipamentos culturais de grande envergadura que (parece-me) herdou todos de anteriores executivos. Será que conhece o que Paulo Ribeiro fez em Viseu? Programação num Teatro Municipal e transformação de um andar em salas de ensaio.

E depois, ao lado, Barbosa de Melo, diz que Coimbra pode entrar no primeiro campeonato das cidades culturais. Ele que vá a Almada ver o que andam por lá a fazer. Acho que começamos a compreender o que se pretende fazer da cultura da cidade. É um poço de contradições. Não há oposição que aguente. Mas, parece-me, haverá cada vez mais oposição. E este é o meu paradoxo.

ricardo pankas

segunda-feira, abril 16, 2007

“Flowfest”: A geração denúncia


























Coimbra assistiu, no Convento de S. Francisco, a um espectacular festival de HIP-HOP. Na sua terceira edição, o “Flowfest 2007”, trouxe o melhor HIP-HOP portuga feito no ultimo ano. “Putos” de todo lado do pais vieram a Coimbra curtir a voz da denúncia. O HIP-HOP é um género musical que, além da batida dançável, é caracterizado pela mensagem de denúncia. O HIP-HOP português está cada vez mais autentico. Os problemas económicos e sociais que se vivem geram uma linguagem politicamente incorrecta, oriunda de uma nova cultura urbana, muito directa, verdadeira e actual. YôôôôôôÔ...

domingo, abril 15, 2007

Estratégia e sabedoria?














A divulgação é um mecanismo fundamental, disso não temos duvidas. Agora, um marco do correio não servirá para a correspondência?
A Nova-Acropole (quem organiza “Estratégia e poder do pensamento” e “A sabedoria viva das Antigas Civilizações”) não quer ir colar cartazes para outro lado?
Rua Ferreira Borges, marco dos CTT perto do Arco de Almedina.

quinta-feira, abril 12, 2007

Coimbra 2007: que politica cultural?













O Grupo da Cultura do Conselho da Cidade organiza na próxima segunda-feira, dia 16 de Abril, o debate “Coimbra 2007: que politica cultural?”, com a presença do presidente da CMC e dos partidos com assento na Assembleia Municipal de Coimbra.

Muito boa iniciativa, será uma oportunidade para os agentes culturais denunciarem o que não está bem, para ajudar a melhorar. Esperemos é que não não fique só por 2007. Não tarda estamos a meio do ano. O ideal, além do presente, será o futuro.

Sarau não será no TAGV















A Comissão Central da Queima das Fitas 2007 optou não fazer o Sarau Académico no TAGV. Mais uma derrota do MP (Manuel Portela, director do TAGV)?

Para que serve um Teatro Académico?

A Sarau vai realizar-se, este ano, no Jardim da Sereia.

7 Maravilhas de Portugal?

























É certo e sabido que Portugal esperou muito para as pessoas terem direito ao voto. O voto é um mecanismos que o cidadão tem para participar.
Mas, saberá o português votar?
Politicamente, os últimos 30 anos, têm sido desastrosos. Governos que não chegam a terminar o mandato, abstenções elevadíssimas e um estado miserável em que, cada vez mais, somos a cauda da Europa.
Ultimamente, há votações para tudo. Nunca se viu tantas vezes o povo a ser chamado a votar. Mas, há revelações interessantes. Muito interessantes, diríamos (infelizmente) interessantíssimas.
Recentemente, desenterraram o “monstro da nação” (ou estaria ele maquilhado e bem vivo?). António Oliveira Salazar ganhou “uma eleição”. Incrível, não acham?
Agora, aqui já toca a cada conimbricense, a Universidade de Coimbra e as Ruínas de Conímbriga não estão na escolha das 7 Maravilhas de Portugal.
Achamos severamente injusto.
A votação ainda está a decorrer, por isso, sugerimos uma união (pelo menos desta vez) e uma votação em massa.
PARTICIPEM!

Podem votar:

Net
http://www.7maravilhas.sapo.pt/registo.asp

Telefone
Ligue 760 10 00 77 e digite o código do seu monumento preferido.

Preço da Chamada: 0.60€ + IVA
Os códigos são:
15- Universidade de Coimbra
19-Ruínas de Conímbriga

SMS

Envie SMS para 3077 com a palavra "PORTUGAL" seguido do código correspondente ao monumento em que quer votar.
Preço da Chamada: 0.60€ + IVA.
Os códigos são:
15- Universidade de Coimbra
19-Ruínas de Conímbriga

terça-feira, abril 10, 2007

O Filme da treta



















Em Coimbra é organizado o único Festival de Cinema dedicado (exclusivamente) ao cinema feito em Portugal. Chama-se Caminhos do Cinema Português. Organizado no Edifício da Associação Académica de Coimbra (AAC), pelo Centro de Estudos Cinematográficos (CEC) e pela estrutura Caminhos do Cinema Português (CCP), este Festival abre a XIX edição dia 21 e prolonga-se até 28 de Abril. A área pedagógica (Workshops) e o incentivo à criação cinematográfica (Ensaios Visuais) são outras das apostas deste evento que, pasme-se; ainda não recebeu o apoio da CMC relativo ao ano de 2005 (4 000 €), ao ano de 2006 (5 000€) e para este ano, segundo o vereador Mario Nunes, “vamos ver o que se pode arranjar”.
Fomos questionar o director do Festival, Vitor Ferreira, como era possível viajar em Caminhos tão sinuosos. Respondeu-nos: “O Festival abre com o “Filme da Treta”.

segunda-feira, abril 09, 2007

A nova frota automóvel da CMC















Propomos que leiam com atenção o colunistas, do Diário As Beiras, Francisco M. Valente.
Em causa está a aquisição, através de leasing, da frota automóvel de alta gama para os srs vereadores da CMC. Lamentam-se que não têm dinheiro, estão endividados até ao tutano, mas o dinheiro não falta para as mordomias dos srs da 8 de Maio.
200.000 mil euros é qua
nto vamos pagar, para aqueles que não olham por nós. Porque não compraram JAGUAR´s? Talvez assim merecessem mais respeito do poder central.

sábado, abril 07, 2007

Somos mesmo pequeninos














Na qualidade de leitor do blog Denúncia Coimbrã, venho descrever uma situação com que me deparei ontem ao final da manhã na Worten do Continente em Coimbra. E recordei-me de há uns anos em Londres ter perguntado por banda desenhada num quiosque. Tive como resposta que por ali venderem revistas para adultos não vendiam revistas infantis ou juvenis.
Porque será que nesta loja os DVDs pornográficos estão situados à altura do joelho? (junto foto)
Somos mesmo pequeninos...
Continuação de bom trabalho

Francisco Neves

Descubra as diferenças
































Há muitos mais mas exemplificamos com estes antes – e – depois das nossas postagens. Acreditamos em coincidências mas não deixamos de ter uma ponta de orgulho de, pelo menos, pensarmos que ajudamos a mudar. É para isso que nos divertimos a apontar o que consideramos errado. Não o fazemos com intuito ofensivo ou vingativo, fazemos porque gostamos onde vivemos e ... queremos viver melhor. Podemos? È um direito que nos assiste, através da imagem e de um apontamento citadino, ajudarmos a rastrear alguns podres. Muito filhos de jubilados consideram o nosso papel inútil e utópico. Não é a denunciar que se muda, dizem eles. “Vozes de burros, não entram no céu”, dizemos nós. Aqui, ninguém enterra a cabeça na areia.

sexta-feira, abril 06, 2007

Libertaram O Lobo

Joshua Wolf, um blogger californiano, esteve preso 226 dias por recusar revelar o autor do vídeo que inseriu no seu blog. São imagens sobre um protesto contra a cimeira que se realizava na Escócia.
Organizações de jornalistas vieram em defesa de Wolf, que é apenas um blogger e não pertence a nenhum media.





Boa Páscoa













Votos de Boa Páscoa!

Coimbra é a Sé Velha?


















João Evangelista, pároco da Sé Velha de Coimbra, anda à procura da dignidade perdida.
Vale a pena ler a entrevista que cedeu a Soares Rebelo e Paulo Marques, na edição Ola Gente do Diário As Beiras.
Uma voz denunciadora que merece ser ouvida. E, de uma vez por todas, passar das ideias à pratica. Este pároco esta empenhado em devolver á Sé Velha o respeito e a dignidade que merece. Lamenta o virar de costas da Universidade e de outras instituições.
Também ainda não percebemos o porque de tanta distancia, em tanta proximidade.