quinta-feira, abril 12, 2007

Sarau não será no TAGV















A Comissão Central da Queima das Fitas 2007 optou não fazer o Sarau Académico no TAGV. Mais uma derrota do MP (Manuel Portela, director do TAGV)?

Para que serve um Teatro Académico?

A Sarau vai realizar-se, este ano, no Jardim da Sereia.

7 Maravilhas de Portugal?

























É certo e sabido que Portugal esperou muito para as pessoas terem direito ao voto. O voto é um mecanismos que o cidadão tem para participar.
Mas, saberá o português votar?
Politicamente, os últimos 30 anos, têm sido desastrosos. Governos que não chegam a terminar o mandato, abstenções elevadíssimas e um estado miserável em que, cada vez mais, somos a cauda da Europa.
Ultimamente, há votações para tudo. Nunca se viu tantas vezes o povo a ser chamado a votar. Mas, há revelações interessantes. Muito interessantes, diríamos (infelizmente) interessantíssimas.
Recentemente, desenterraram o “monstro da nação” (ou estaria ele maquilhado e bem vivo?). António Oliveira Salazar ganhou “uma eleição”. Incrível, não acham?
Agora, aqui já toca a cada conimbricense, a Universidade de Coimbra e as Ruínas de Conímbriga não estão na escolha das 7 Maravilhas de Portugal.
Achamos severamente injusto.
A votação ainda está a decorrer, por isso, sugerimos uma união (pelo menos desta vez) e uma votação em massa.
PARTICIPEM!

Podem votar:

Net
http://www.7maravilhas.sapo.pt/registo.asp

Telefone
Ligue 760 10 00 77 e digite o código do seu monumento preferido.

Preço da Chamada: 0.60€ + IVA
Os códigos são:
15- Universidade de Coimbra
19-Ruínas de Conímbriga

SMS

Envie SMS para 3077 com a palavra "PORTUGAL" seguido do código correspondente ao monumento em que quer votar.
Preço da Chamada: 0.60€ + IVA.
Os códigos são:
15- Universidade de Coimbra
19-Ruínas de Conímbriga

terça-feira, abril 10, 2007

O Filme da treta



















Em Coimbra é organizado o único Festival de Cinema dedicado (exclusivamente) ao cinema feito em Portugal. Chama-se Caminhos do Cinema Português. Organizado no Edifício da Associação Académica de Coimbra (AAC), pelo Centro de Estudos Cinematográficos (CEC) e pela estrutura Caminhos do Cinema Português (CCP), este Festival abre a XIX edição dia 21 e prolonga-se até 28 de Abril. A área pedagógica (Workshops) e o incentivo à criação cinematográfica (Ensaios Visuais) são outras das apostas deste evento que, pasme-se; ainda não recebeu o apoio da CMC relativo ao ano de 2005 (4 000 €), ao ano de 2006 (5 000€) e para este ano, segundo o vereador Mario Nunes, “vamos ver o que se pode arranjar”.
Fomos questionar o director do Festival, Vitor Ferreira, como era possível viajar em Caminhos tão sinuosos. Respondeu-nos: “O Festival abre com o “Filme da Treta”.

segunda-feira, abril 09, 2007

A nova frota automóvel da CMC















Propomos que leiam com atenção o colunistas, do Diário As Beiras, Francisco M. Valente.
Em causa está a aquisição, através de leasing, da frota automóvel de alta gama para os srs vereadores da CMC. Lamentam-se que não têm dinheiro, estão endividados até ao tutano, mas o dinheiro não falta para as mordomias dos srs da 8 de Maio.
200.000 mil euros é qua
nto vamos pagar, para aqueles que não olham por nós. Porque não compraram JAGUAR´s? Talvez assim merecessem mais respeito do poder central.

sábado, abril 07, 2007

Somos mesmo pequeninos














Na qualidade de leitor do blog Denúncia Coimbrã, venho descrever uma situação com que me deparei ontem ao final da manhã na Worten do Continente em Coimbra. E recordei-me de há uns anos em Londres ter perguntado por banda desenhada num quiosque. Tive como resposta que por ali venderem revistas para adultos não vendiam revistas infantis ou juvenis.
Porque será que nesta loja os DVDs pornográficos estão situados à altura do joelho? (junto foto)
Somos mesmo pequeninos...
Continuação de bom trabalho

Francisco Neves

Descubra as diferenças
































Há muitos mais mas exemplificamos com estes antes – e – depois das nossas postagens. Acreditamos em coincidências mas não deixamos de ter uma ponta de orgulho de, pelo menos, pensarmos que ajudamos a mudar. É para isso que nos divertimos a apontar o que consideramos errado. Não o fazemos com intuito ofensivo ou vingativo, fazemos porque gostamos onde vivemos e ... queremos viver melhor. Podemos? È um direito que nos assiste, através da imagem e de um apontamento citadino, ajudarmos a rastrear alguns podres. Muito filhos de jubilados consideram o nosso papel inútil e utópico. Não é a denunciar que se muda, dizem eles. “Vozes de burros, não entram no céu”, dizemos nós. Aqui, ninguém enterra a cabeça na areia.

sexta-feira, abril 06, 2007

Libertaram O Lobo

Joshua Wolf, um blogger californiano, esteve preso 226 dias por recusar revelar o autor do vídeo que inseriu no seu blog. São imagens sobre um protesto contra a cimeira que se realizava na Escócia.
Organizações de jornalistas vieram em defesa de Wolf, que é apenas um blogger e não pertence a nenhum media.





Boa Páscoa













Votos de Boa Páscoa!

Coimbra é a Sé Velha?


















João Evangelista, pároco da Sé Velha de Coimbra, anda à procura da dignidade perdida.
Vale a pena ler a entrevista que cedeu a Soares Rebelo e Paulo Marques, na edição Ola Gente do Diário As Beiras.
Uma voz denunciadora que merece ser ouvida. E, de uma vez por todas, passar das ideias à pratica. Este pároco esta empenhado em devolver á Sé Velha o respeito e a dignidade que merece. Lamenta o virar de costas da Universidade e de outras instituições.
Também ainda não percebemos o porque de tanta distancia, em tanta proximidade.

O efeito película







































Na Sé Velha os grafitis e os “chanatos” luminotécnicos deixam os turistas espanhois, em elevado numero nestas férias, muito sorridentes.
- “puta madre...”

Troca de inquiridora














O inquérito sobre a derrocada do prédio na Rua dos Gatos, em Dezembro último, é agora dirigido por Sílvia Serens. A antiga inquiridora, Rosa Batanete, foi substituída porque desempenha funções no Gabinete do Centro Histórico – entidade que deverá ser inquirida.
Esta troca foi sugerida pela bancada Socialista. O presidente da CMC, Carlos Encarnação, reconheceu que o facto de Rosa Batanete trabalhar no Gabinete do Centro Histórico poderia, de certa foram, “inquinar” o processo.
Perguntamos: só passados três meses é que viram isso?
Ou serão mais três meses para ajudar ao esquecimento? A quem interessará tal derrocada?

segunda-feira, abril 02, 2007

Para que serve isto?

Para que serve isto?
Será mais uma escultura urbana de algum artista comtemporâneo emergente?
Ou será para o TAGV colar os seus cartazes?














domingo, abril 01, 2007

Presidente demite Vereador














Carlos Encarnação demetiu Mario Nunes e assume ele a pasta da Cultura Coimbrã. Um velho sonho, do Presidente da CMC, agora concretizado pela incompetencia de Mario Nunes. "Estou farto dele", disse Carlos Encarnação.

Tudo isto não passa de um sonho e de uma brincadeira nossa, hoje dia 1 de Abril. Dia das mentiras. Pena esta não ser verdade.

quinta-feira, março 29, 2007

Proibido abrir túmulo d "O Conquistador"


















O Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) recusou o segundo pedido da Reitoria da Universidade da Universidade de Coimbra (UC), dando seguimento a um projecto de investigação da antropóloga Eugénia Cunha, em que participam especialistas espanhóis.

Segundo o IPPAR “Não estavam suficientemente acauteladas as questões de salvaguarda patrimonial” e recomendou a Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, a rejeitar de vez o pedido.

O Conselho Consultivo do IPPAR, cujos pareceres não são vinculativos, podendo a ministra decidir em contrário, integra representantes de várias entidades públicas, designadamente na área do ambiente, finanças e ordenamento do território, bem como da Igreja Católica e da Associação Nacional de Municípios Portugueses.

A ministra da Cultura dispõe agora de 45 dias para tomar a decisão final sobre o pedido da U C. Em causa está a abertura do túmulo do “Conquistador”, para fins científicos.

Transe Natural

























Depois de fechar as portas ao público, durante os fins-de-semana por alegadas falta de verbas para a sua manutenção, o Jardim Botânico rendeu-se aos convívios académicos. É certo que poderá ser uma boa fonte de receita mas quem não está a gostar são os moradores da zona. Queixam-se do som a “bombar fortemente”, até às 7 da manhã. Não é só o barulho que os incomoda. Os excessos de álcool têm provocado a destruição a caixas da TV Cabo e da PT. Ainda ontem era visível o lixo no jardim provocado pelo convívio, de quinta-feira passada.

Centenário

100 Postagens. O nosso Centenário.

segunda-feira, março 26, 2007

Conversa de uma marioneta para a televisão














Homenagem ao dia Mundial do Teatro: conversa de uma marioneta para a televisão

Tenho sempre alguma dificuldade em enfrentar um “Dia Mundial” por parecer que sou convocado para uma comemoração qualquer de apoio ao oprimido (não conheço o dia mundial do milionário, mas há o da pobreza; não há o dia mundial do homem mas há o da mulher!).

Ok! Hoje é o dia mundial do teatro!

Eu esforço-me para, como um amigo meu e mestre teatral me sugeriu (Carlos Curto), o dia mundial do teatro (para quem o faz) seja todos os dias. Isso mesmo: seja! E se pensarmos que o teatro está em crise, também está toda a arte contemporânea, está a economia mundial, está o nosso país, a política, estão os valores, está o rendimento familiar dos portugueses, a própria crise já está em crise, uma espécie de metacrise… Contudo, não nos esqueçamos que a crise é sinónima de perigo, e o perigo é a eminência da criatividade, do potencial transformador, porque já não é aquilo que era, nem é aquilo que ainda não é. Não sendo o que era nem o que será, voilá! Estamos no espaço predilecto do teatro, onde tudo pode acontecer.

A crise é o espaço das convenções abaladas, é o território da formulação de problemas, do questionamento, da problematização, do pôr em causa mas, sobretudo, da imaginação para se inovar, da inteligência para se transformar.

Na rotina desaparece o utópico. E está provado que os artistas de teatro não precisam de comer, nem de pagar renda, nem de assistência de saúde, nem de espaço para trabalhar, não precisam de ter carro, nem andar de transporte público, nem de segurança social; os artistas não precisam de subsídios (mesmo quem insiste em dá-los, como a Câmara de Coimbra, e que não paga há dois anos, depois de estar aprovado em Assembleia Municipal, e a companhia ter executado o plano previsto, se ter endividado, sem nunca mais ter sido atribuído mais algum apoio); os artistas de teatro não precisam de espaços para criar, nem produzir, nem cumprir o obsessivo objectivo dos “NOVOS PÚBLICOS”, não precisam de apoio à divulgação, eu acho que os artistas nem sequer precisam de ar para respirar! Meus caros, os artistas precisam é de uma crise! Pois!_ vivemos o tempo perfeito para o teatro. Teatro e vida estão agora de mãos dadas, um para o outro. Por isso, obrigado crise da sociedade contemporânea!

Em grandes épocas históricas, o modo da percepção sensorial, como a forma de existência colectiva da humanidade, altera-se, diz-nos Walter Benjamin nos seus escritos. Tem a televisão, o cinema, os media, a Internet, o youtube, a blogosfera, o desemprego, a renda por pagar, ou a casa penhorada. A nossa percepção sensorial altera-se, o contexto de existência é novo.

Posto isto, teatro (t.) alternativo, t. ambiental, t. antropológico (ou indígena), t. autobiográfico, t. burguês, t. das mulheres, t. narrativo, t. da crueldade, t. de agit-prop, t. da arena, t. radiofónico, t. televisivo, t. de boulevard, t. de câmara, t. de director, t. de guerrilha, t. amador, t. de massa, t. de imagens, t. de objectos, t. de participação, t. pobre, t. de tese, t. dentro do teatro, t. de rua, t. didático, t. documentário, t. equestre, t. espontâneo, t. experimental, t. laboratório, t. musical, t. invisível, t. mecânico, t. materialista, t. gestual, t. mínimo, t. numa poltrona, t. popular, t. político, t. total, happening, performance, t. dos significados misturados, anti-teatro, todos: vamos embora! É agora!

Ricardo Seiça – projecto BUH!

27 Março 2007

domingo, março 25, 2007

Cidadania estudantil em Coimbra: a verdadeira cãibra.


















O programa político autárquico em Coimbra não é, e parece nunca ter sido, orientado para a comunidade estudantil. Parece que a inevitabilidade dos estudantes se aproxima do estatuto de um turista que, como parasse o tempo, pernoita na cidade e, sem remédio alternativo, se pisga logo que o dinheiro das propinas resolva a situação do sucesso escolar.

A excepção é feita aos eventos que a cidade (a começar pelos seus políticos) agradece e que se relacionam directamente com a economia da cidade. É por isso que temos uma espécie de palco no choupalinho e a permissão para se embebedar nas ruas duas vezes por ano; outro estádio em Taveiro (mesmo sem saber que lucro dá); um Hospital; o Instituto Pedro Nunes; a Cabra no mesmo sítio. Também há o TAGV mas, esse, parece ser substituto do TGV_ quer dizer, remete para o facto da Câmara Municipal de Coimbra se esquivar ao que lhe parece não satisfazer a economia da cidade. Portanto, é melhor pisgares-te (neste blog já se viu a indignação de quem lá trabalha por não ser pago, nem haver dinheiro para pagar o serviço exemplar que prestam).

Se aos políticos da cidade lhes agrada a instrumentalização da universidade para fins económicos, parece que oblitera a política sociocultural dos seus “clientes”. Em última análise, os estudantes não são considerados cidadãos da cidade. E com alguma razão! Os estudantes, até então (enquanto Bolonha não elege doutores), necessitam de viver em Coimbra pelo menos 4, 5, 6 anos (se for exemplar e dependendo do curso que frequenta). Ora, este tempo é o tempo de um mandato autárquico, na Câmara Municipal e nas Juntas de Freguesia. Durante este tempo é na cidade que estes estudantes vivem e sentem o apoio e desapoio que a cidade lhes proporciona. Contudo, quantos estudantes votam em Coimbra? Era interessante saber mas, duvido que sejam mais de 10% a se recensear enquanto aqui vive.

Como querem os estudantes participar na política regional se não são cidadãos activos na cidade? No mínimo, seria uma forma de aumentar a população de freguesias como, por exemplo: Sé Nova, S. Bartolomeu, Sé Velha. E isso significaria mais dinheiro para essas freguesias. Será que estas Juntas de Freguesia representam, hoje, os seus habitantes quase-cidadãos? Será que as políticas municipais teriam de ser ligeiramente alteradas, se houvesse um movimento massivo de estudantes a se recensearem em Coimbra para as próximas eleições?

Os estudantes poderiam colaborar mais activamente no desenvolvimento desta cidade. Afinal de contas, são eles a força motriz da cidade, da universidade, do futuro deste país (ai, ai). Acordem, jovens-adultos! E deixem-se de brincar ao futuro Sócrates, ou ao futuro Cavaco, ou, quiçá, ao futuro Salazar (a comparação é incomensurável, mas pertinente, porque histórica). Activem a vossa presença na cidadania. Sois vós o âmago da cidade. Não deixeis de participar activamente!

Caso contrário, digo-vos com sinceridade: em vez de Coimbra, sugiro Cãibra. Talvez os turistas estrangeiros pernoitem mais de uma noite (não fosse a miserável oferta cultural que a cidade oferece).


ricardo pankas

sexta-feira, março 23, 2007

Corrupção nas Estradas de Coimbra?














A Polícia Judiciaria fez “uma investida directa” às instalações da Direcção de Estradas de Coimbra (DEC). Suspeitas de corrupção, na sequência de hipotéticas denúncias, levaram a PJ a desencadear uma operação a toda a velocidade. Por provar estão alegadas fraudes na adjudicação de obras e conservação de estradas.

Outros peritos, por favor!









Foi suspenso o julgamento do caso Urbanização Jardins do Mondego. O Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra requereu a constituição de uma segunda comissão de peritos. Será constituída uma equipa de 5 elementos (na qual não podem participar as peritas anteriores) que deverá elaborar um segundo parecer. Só depois o julgamento retomará. Não confundir julgamento com esquecimento, esperamos…