segunda-feira, janeiro 22, 2007

TAGV censura TEATRO em MOVIMENTO

















A direcção do Teatro Académico de Gil Vicente censurou o espectáculo, já programado há meses, “Sós em Miami” da companhia de Bragança TEATRO em MOVIMENTO.
A peça conta a experiência de 5 cubanos julgados em Miami e procura sensibilizar para um problema actual, EUA versus Cuba.
Pelo seu conteúdo, alegando que o texto da peça era “DEMASIADO PANFLETÁRIO”, o TAGV resolveu censurar o espectáculo. O palco vai ser o Auditório do IPJ, nos dias 27, 28 e 29 de Janeiro, pelas 21.30H. O b/DC não vai faltar e convida todas as pessoas a assistirem a esta CENSURA do TAGV.
O TEATRO em MOVIMENTO é uma companhia de descentralização teatral, criada em 1980. Ao longo do seu percurso fizeram espectáculos em todo o continente português, todas as ilhas da Região Autónoma dos Açores, Espanha, França, Bélgica e Suiça, num total que ultrapassa os cinco milhares de espectáculos.
São responsáveis, desde o seu início, pela organização do Encontro Internacional de Teatro de Torre de Moncorvo, que terá a sua 9ª edição em 2007.
São os criadores da Mostra Internacional de Teatro de Bragança, Festival Internacional de Marionetas, Festival de Teatro Português de Macedo de Cavaleiros e Festival de Artes de Pombal de Ansiães.
Marcaram presença em alguns dos mais destacados festivais de teatro de Portugal, tais como Festeixo, FITEI, Festival de Portalegre, Noites da Nora, Folia, Festival de Teatro Português em França, Festival de Teatro Português na Bélgica, entre outros.

Quem...?


















Um cidadão conimbricense enviou-nos estas 3 fotografias e 2 perguntas. As questões, pertinentes, são: “Quem controla o feixe de esgoto que há mais de 30 anos corre para o rio?”. Refere-se ao esgoto que vai desaguar ao rio paredes-meias com um dos mais afamados restaurantes da cidade. A segunda é ”Quem controla as irreverências dos senhores da câmara?”. De facto é visível uma carrinha, da CMC, que não respeita os sinais de trânsito.

sábado, janeiro 20, 2007

Estádio Cidade de Coimbra?

















A fotografia, por vezes, é o prenúncio de um fim. Quanto estavamos a denunciar uma placa do Estádio Cidade de Coimbra, sito Av. Lousã, que se encontra no chão (obstáculo para peões que poderão ser invisuais), as redacções dos jornais estavam a preparar a grande informação. O Estádio vai mudar de designação comercial durante os próximos cinco anos. Irá chamar-se Estádio Finibanco. Um acordo válido até 2012 entre TBZ, Académica e Finibanco.

«Não é correcto. Não pode ser», «Quem atribui o nome do estádio é a câmara». Diz o presidente da CMC, Carlos Encarnação. O Administrador do Finibanco, Tavares de Almeida, refuta: «É fácil atirar coisas para o ar. Quando diz que se opõe, será que ele garante as verbas necessárias para o estádio, porque parece que não as garante. Uma cidade como a de Coimbra não pode continuar a ser gerida por gente que não tem visão».


O futuro (?) Estádio Finibanco foi palco do Euro 2004, para o qual foi edificado.

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Graffitis?


























O que para muitos é vandalismo, para outros é um considerável instrumento de protesto contra as condições das classes menos privilegiadas. Para muitos outros, é esta a expressão que encontram como forma de obrigar a cidade a contemplar a sua miséria.


A nossa identidade


Entendemos que para qualquer actividade de risco são necessárias protecções. Estes são os nossos ícones protectores. Por agora.
Muita gente nos falava na vantagem do anonimato para poderem participar mas, muitos deles, agora consideram que o anonimato não é a melhor forma de estar, reivindicar. Bem, já não os entendemos!!! Conforme nos retratamos no nosso perfil, desde o inicio, tiraremos a máscara quando considerarmos oportuno. Conforme já informamos, anteriormente, tentamos mergulhar nas melhores influências e publicitariamente estamos no caminho da melhor técnica de marketing: primeiro o produto, depois a marca. E nunca confundir com “o segredo é a alma do negócios”.

sábado, janeiro 13, 2007

Não pagamos...!














A Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) tornou publica a lista das Câmaras “más pagadoras”. Coimbra está no top do incumprimento, as liquidações ultrapassam os 12 meses.

Segundo a AICCOPN mais de 95 por cento dos pagamentos efectuados pelas autarquias não cumprem, por isso, o que a lei estabelece, uma vez que o prazo de pagamento que esta determina é de dois meses.

Mas, é de salientar quem cumpre e quem tem as suas contas em dia: Almeida, Amarante, Anadia, Braga, Gondomar, Matosinhos, Oliveira do Bairro, Paredes, Ponte de Lima, Sabugal e Vila Nova de Cerveira.

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Tirem-me daqui...!!!


























Veja aqui


























É visível as marcas da degradação.

Tribunal de Contas denuncia CMC














Várias irregularidades foram detectadas pelo TC numa fiscalização realizada à CMC e aos SMTUC. Contratos de prestação de serviços, avenças e contratação de aposentados estão no rol de “puxão de orelhas” que o TC deu à CMC. https://www.tcontas.pt

O surpreendente desta acção fiscalizadora foi “O valor auferido pelo casal Telo de Morais por prestar apoio à autarquia na preservação e gestão do património artístico é um dos casos em relação aos quais o Tribunal de Contas (TC) manifesta dúvidas. De acordo com o relatório da acção de fiscalização realizada à Câmara de Coimbra, a “fundamentação” utilizada pela autarquia para, em 1999, ter contratado por 2.800 euros mensais (valor actualizável de acordo com o aumento da função pública) o casal Telo de Morais em regime de prestação de serviços não se afigura “suficiente”. “Os avençados eram titulares de uma colecção de arte que doaram ao município de Coimbra (...). Como contrapartida, a câmara contrata os doadores em regime de prestação de serviços (...) invocando os seus amplos conhecimentos e experiência no campo das artes. Questiona-se se esta fundamentação será suficiente para permitir a aplicação daquela normal legal”, lê-se no relatório do TC.” (in Diário As Beiras, 10 Janeiro 2006).

Convidamos todos os artistas e coleccionadores de arte a doarem o seu espólio à CMC. Vale a pena, a negociata é rentável.

Cultura Coimbrã






















Já muita tinta correu, em possíveis explicações, sobre o ambiente cultural que se vive na cidade. É notório o silencioso mau estar. Muitas vezes revelando-se apenas em esplanadas e em raids nocturnos. Salvo, alguns agentes artísticos que de alguma forma têm denunciado o seu descontentamento. O blog DC tem como meta questionar e dar voz aos artistas da cidade sobre o que se passa, de facto, com a cultura coimbrã contemporânea. Muitos acusam as estruturas governamentais, o vereador da cultura ou os mecenas que não ajudam a cultura da região centro.

É isto que o b/DC vai tentar saber. Gradualmente, e convidando desde já todos os agentes artísticos e culturais da cidade a manifestarem-se, iremos tentar descortinar o que de facto se passa numa Capital, que já foi da cultura.

O b/DC mergulha nas suas influências, estuda, investiga, procura e tenta dar um olhar de relevo a quem tem a coragem de, educada e civicamente, comunicar o desagrado. Um dos trabalhos referencia para este objectivo do b/DC é, sem dúvida, um clipping de imprensa bem elaborado que contém a informação necessária para tirarmos certas conclusões. Referimo-nos ao dossier “A Escola da Noite e a Cultura em Coimbra”.

Ver http://www.aescoladanoite.pt/paginas/019-DossierCultura.html

Aproveitem para visitar o site da mais prestigiada companhia de teatro de Coimbra.

http://www.aescoladanoite.pt

Intervalo

Confessamos que temos concentrado muita atenção no assunto MM / Moradores da Rua Direita mas, os aspectos sociais e urbanísticos, também interessam denunciar. Vamos por isso, fazer um intervalo no assunto mas voltamos a ele caso se julgue oportuno.

terça-feira, janeiro 09, 2007

Memórias da Rua Direita


























A Tasquinha das Bairradinhas, que até ontem ao final do dia ainda não tinha o seu problema resolvido com a MM, é mais um dos estabelecimentos típicos daquela zona que irá desaparecer. Aqui ficam algumas memórias. Aliás, as maquinas fotográficas penduradas já são um prenuncio de morte.

Marretada


























O Marreta já é um dos nossos reportes mais estimados. De facto, sempre em cima
do acontecimento. Sempre presente.
Quando os jornais informavam que o MM tinha recuado no começo das obras, adiando o começo para dia 15, eis que o que se passa não é assim. Conforme testemunha as "marretadas" do Marreta, a equipa do trabalho está no terreno.


segunda-feira, janeiro 08, 2007

O Metro ao centímetro

As obras já começaram

Quando parece que tudo estava resolvido entre o Metro Mondego (MM) e os moradores, ou seja; mais 15 dias para realojarem as pessoas em casas e não em pensões, indemnizações já ajustadas e tudo tratadinho conforme as noticias dos jornais, eis que nada é assim. Há advogados ainda em reuniões e as obras avançaram já hoje. A fotografia mostra esses sinais e os morados mostram-se mais uma vez indignados.

Comentários














O blog Denúncia Coimbrã (DC) tem por principio moderar os comentários. E faz para salvaguardar comentários despropositados, violentos, ofensivos e caluniosos. É sabido que muita gente se esconde atrás do anonimato para descarregar as suas frustrações e todas as nódoas inerentes ao ser humano. O DC deixa isso para os bons psicólogos que Coimbra tem. E quem pensar o contrário só terá uma coisa a fazer, criarem elas um blog e manifestarem-se. O DC disponibiliza-se a ajudar, em 3 passos, a criação dos mesmos.

Nós analisamos os comentários e, mesmo que possamos discordar, aceitamos e publicamos, como o caso do comentário anterior. Também publicamos o ridículo e neste caso ultrapassa todos os limites. Kenshin disse...”As obras que estão a decorrer não são as que estão na origem do alerta, essa posso assegurar que ainda não começaram. Portanto não existe qualquer risco, se foram dadas 48 horas é obvio que não se iam começar as obras depois de passarem 24. E mesmo passado o tempo, vai ser tudo fechado, e vai ser tudo verificado para não estar ninguém fora do perímetro de segurança.”

DC publica o absurdo mas depois prova o contrário. E o nosso argumento estão nas imagens que publicamos feitas à minutos. As obras já começaram sim e já ruiu parte de um prédio (ver seta). Eram 17.30H quando as maquinas começaram a avançar deixando os moradores perplexos.

Kenshin só pode ser alguém do Metro Mondego, da CMC ou algum agente infiltrado. Sentimos um orgulho acrescido quanto beliscamos os responsáveis da irresponsabilidade.

sábado, janeiro 06, 2007

Situação de Alerta

Num documento intitulado "Situação de Alerta - (ao abrigo do disposto na Lei nº27/2006, de 3 de Julho", com logótipos da CMC e da Protecção Civil de Coimbra, datado de 29 de Dezembro de 2006 e assinado pelo sr. Presidente da CMC lê-se no ponto 2.1: "A situação de Alerta enquadra-se no princípio de PREVENÇÃO, previsto na alínea b), do art. 5º, da Lei nº27/2006, nos termos do qual os riscos de acidente grave devem ser considerados de forma antecipada, de modo a eliminar as próprias causas, ou reduzir as suas consequências e justifica-se face à IMINÊNCIA DE OCORRÊNCIA de acidente grave, por FORÇA DA DEMOLIÇÃO/DESCONSTRUÇÃO dos prédios da Baixa de Coimbra, para inserção do M.L.M." - a caixa alta na citação é minha.

Fantástico o grau de PREVENÇÃO desta CMC e Protecção Civil! Ontem, sexta-feira é quando estes serviços pagos pelos cidadãos dão conhecimento às pessoas. Tudo muito bem enquadrado com o carnaval da imprensa que antecipadamente, esses sim, por inerência de agenda "política" receberam antecipadamente a respectiva informação. Ao contrário, os habitantes em causa são informados a 05/01 e é-lhes dito que têm 48h para dali sairem. É obra!

A prevenção foi de tal ordem que as obras do MLM começaram antes das pessoas terem sido realojadas (neste momento ainda não sairam), o que é realmente uma falta de respeito pela vida humana visto que num dos parágrafos do ponto 2 do documento acima referido, se pode ler. " A demolição/desconstrução oferece risco para a segurança pública;...". Porque começaram as obras antes? Para precisão psicológica?

Parece mesmo que é um caso de "trepidação".

O reinício das demolições está previsto para segunda-feira.

Porque é que não há mais respeito pelas pessoas?

anonymous-comment

Discurso

O proprietário da casa de pasto já preparou as suas perguntas para, o advogado em sua defesa, as fazer ao presidente da CMC.

AVISO: 48 Horas

Numa casa de pasto típica da Rua Direita o DC foi testemunha da derrocada de criticas à CMC, por parte dos moradores. A urgência, a pressa, os erros, as diferentes opiniões gerou tal importância que a TV esteve no local. Manifestamente orgulhosos pela força da sua contestação, os moradores assistiam ansiosos aos jornais nacionais. As estratégicas preparavam-se para a reunião, no dia a seguir, com o Presidente da CMC.

S.O.S DEMOLIÇÃO















Alguns moradores da Rua Direita foram informados, ontem, que tinham 48 horas para abandonarem as suas casas devido a perigo de derrocada de 2 prédios. Em causa está o começo das obras do Metro.

Crítica à Cultura da Cidade




















Diário As Beiras, 5 Janeiro de 2007
Sem comentários.
Ou melhor. desafiamos a vossa criatividade.

Pedrada???


























A Denúncia Coimbrã (DC) foi seduzida pela espectacularidade da fotografia do Marreta e não resistiu em ir ver com os próprios olhos. Como é que aquela vidraça, vinda da terra da sua majestade, estilhaçou? Com as pedras da calçada ou um tiro?

Ao fazer a sua travessia para o lado de Sta Clara, a DC reparou que a única rampa que dá acesso à saída da ponte não foi pensada para pessoas que se desloquem de cadeira de rodas. Ou seja, terão de voltar para traz ou, mais uma vez, ficam dependentes de outros.
Parece impossível….

Grande Marreta!!!

Ponte Pedonal
O Marreta já é nosso fã e nós já o adoptamos. De facto, é a prova de que há pessoas que aceitam o desafio de intervir e não se ficam por meias palavras…agem!

- Marreta, não sabemos quem tu és mas gratos pela tua existência. A tua marreta é o olhar, por isso dá-lhe forte.

Mas a nossa gratidão não se fica pelo gesto do Marreta. Ele prima também o sentido estético da sua marretada. Esta fotografia, embora transmita destruição, é lindíssima. Prova de que Coimbra já foi grande referência da fotografia em Portugal. Prova de que o Marreta anda no terreno, na acção, no olhar.

O Marreta fotografou...

Parque Manuel Braga
O Marreta enviou-nos esta foto.

sexta-feira, janeiro 05, 2007

O MARRETA escreveu-nos...

Ora viva! Faz pouco mais de 24h que alguém me alertou para este blog.
Seja qual for o resultado, digo: PRESENTE!
Gostei especialmente desta parte: "... este blog pretende ser um
espaço interactivo onde a critica; mordaz, criativa, irreverente e
respeitosa (Q.B.), pretende ajudar a construir e nunca a destruir...".
Mas o meu dilema é: se se quer denunciar, como diz a introdução,
"algumas atrocidades cometidas nesta cidade de Coimbra.", a quais se
referem? Às cometidas por vândalos como lhes chamou conhecida figura
pública exactamente responsável, isso sim, pela maior atrocidade
CULTURAL a Coimbra? É que de facto a primeira deve ser caso de
polícia, enquanto que a segunda tem mais a ver com acção concreta,
acertada e concertada, persistente e imparável até que esses senhores
e senhoras tenham respeito por uma quantidade de sinergias existentes
nesta malfadada cidade. Ao longo dos anos a debandada de pessoas
ligadas às áreas da cultura tem sido sistemática. Ninguém os agarra,
vão-se pura e simplesmente. Mas há os que ficam, que sempre ficaram e
querem aqui fazer o que gostam. Como é que se pode ter o laivo de
dizer Coimbra Cidade da Cultura e do Pensamento? Deve ser para a
pinta. Mais cheira a Cidade Museu...
A denúncia não basta, viu-se e vê-se. É sazonal. Ora aparece alguém
que bate a porta ou lhe batem com ela. Ora sai um comunicado cheio de
figuras conhecidas e desata a imprensa no efeito de espelho. Depois
calam-se até próxima oportunidade e lá ficam as "capelinhas" a
engendrar forma de sobreviverem. Assim a única agenda que se pratica
é a do faz de conta que a coisa vai mal. Porque mal, vai. Ora, ora
que se faz hora.
Parabéns e que este ano seja ainda pior que o anterior, pode ser que
a conjuntura traga uma lufada de ar que cá para a coltura do shopping
e dos fóruns a coisa vai de arromba.

Jardins do Mondego

Nos Jardins do Mondego (?) esta plantado um dos negócios mais escuros no ramo da imobiliária e urbanismo, em Coimbra.

Cerca de meia avenida, cheia de prédios inacabados há uns bons meses, entregue à fina-flor do betão.

Desmandos patrimoniais

A 1 de Outubro de 2005 o jornal As Beiras publicava, na secção Ao Postigo, um reparo sobre um atentado ao património cometido ao busto de Camilo Pessanha no Jardim da Sereia. A Câmara Municipal de Coimbra ao realizar as obras de melhoria naquele espaço público tinha esquecido, entre outras coisas, de recolocar algumas letras no busco do poeta. Mário Nunes, vereador da cultura (?), desculpou-se com os vândalos e os “desmandos patrimoniais” praticados contra as estátuas da cidade e que as letras, respectivas a Camilo Pessanha, já estavam a fazer em S. João da Madeira e que iam ser repostas brevemente. Até porque a CMC estava, juntamente com o Instituto Internacional de Macau, a preparar uma edição bilingue do “Clepsidra”.

Já na referida informação do Ao Postigo se provava, através de 2 fotografias (antes das obras e depois), que as letras nunca lá foram postas durante as obras efectuadas.

Agora, passado mais de um ano da referida informação, a Denuncia Coimbra vem provar através de uma fotografia feita a 3 de Janeiro do presente ano, que as letras continuam a faltar.

Outros desmandos...

Outro dos bustos que continua a sofrer, os desmandos de Mário Nunes, é o de Cabral Antunes. Por ironia do destino um dos escultores mais representativos da cidade. Uma absoluta e imperdoável falta de respeito.